ROEDORES

  • O surgimento de roedores em áreas urbanas e rurais está associado a prejuízos econômicos e sanitários de relevância aos seres humanos. Além de consumirem diariamente uma quantidade considerável de alimentos – cerca de 10% do próprio peso – as perdas são extensivas ao que ocorre devido à contaminação de produtos com urina, fezes, pelos e agentes patogênicos.
  • Os roedores são transmissores em potencial de doenças como: leptospirose, tuberculose, erisipela, toxoplasmose, salmonelose, febre aftosa, meningite estreptocócica, miocardites, hantavirose, peste bubônica, febre maculosa, e enterites.

RATAZANA (Rattus norvegicus)

  • Conhecida como rato de esgoto, se aloja em tocas e galerias próximas de córregos, lixões e interior de edificações. Seu raio de ação é de cerca de 50 metros em volta das tocas, onde deixam trilhas com manchas de gordura, fezes (em formato de cápsulas), além de pelos. Preferem grãos, carnes e frutas e optam por locais pouco movimentados por possuírem desconfiança à mudança no ambiente.

RATO DE TELHADO (Rattus rattus)

  • É conhecido como rato preto, de paiol ou de navio. Apresenta corpo esguio e cauda longa, orelhas sem pêlo, grandes e proeminentes. Habita forros, sótãos, depósitos, silos, podendo ainda viver
  • em árvores ou ocupar ambientes no interior de domicílios. Seu raio de ação é em torno de 35 metros. Por onde passa costuma deixar manchas de gordura, pelos e fezes. Prefere legumes, frutas e grãos como alimentação e apresenta desconfiança a mudanças no ambiente.

CAMUNDONGO (Mus musculus):

  • Conhecido como catita, rato de gaveta ou muricha. Ocupa a parte interna de móveis e despensas, é hábil escalador, geralmente cava tocas e tem raio ação de ação em torno de 3 a 5 metros. Para se alimentar prefere grãos e sementes. Por ser extremamente curioso, o camundongo possui hábitos exploratórios.